terça-feira, 10 de dezembro de 2013

try to find some money then you die...

O peito de repente parte do mesmo pressuposto de um buraco negro que engole tudo que perto chega. Uma euforia de apatia sem igual figura o eu.

Ai vem o caminho, e junto a ele, as pernas. Os dois juntos conversam, se espalham um no outro e vão conversando. Ai então entram todos aqueles artifícios cotidianos, ou não, mas coisas que te levam de costas pra você. Puta que pariu que da hora.

Ai ce começa a sacar que nem sempre se poder ser flores, da um negocinho estranho no buraco negro, e então esse buraco negro se enche novamente e se transforma num big ben sugando e juntando tudo. Daí é da hora, que tudo vai ficando maior. E então existe a volta e uma vontade de reanimar aquilo que parecia sem solução, aquelas coisas que você estava fazendo e se frustrou por não conseguir terminar na hora em que almejou.

E as pedras no caminho?! Que aparecem a cada quantidade aleatoriamente determinada no caminho, em numero impar, cinco pra ser exato, todas brancas. Então apanha todas e traz consigo. E os sapo e rãs cantando no caminho?! Fazendo ou ou ou ou ou ou ou... e a lua la em cima?! E o cadeado no portão?! E os acordes te esperando sussurrar aquilo que apanhou pelo caminho?!


É, andar faz um bem danado...

domingo, 24 de novembro de 2013

sobre escuro, botas, gravidade zero, chuva, lágrimas, sorrisos e fome.

Não entender como funciona esse lance de ter um norte, é assustador, pulsante, excitante, monstruoso e aveludado, dentre outros milhões de adjetivos que se dá. Não entender como as coisas caminham, é pré ao não entender sobre o ter norte, e ai você tem que achar adjetivos que antecedem os mencionados previamente.

Se pode ver cores no escuro algumas vezes, são tons de imensidões abstratas e considerando tais magicas, caoticamente pelúcia. Não entender sobre cores no escuro, pode ser todos os adjetivos mencionados anteriormente.

A chuva leva as coisas quando escorre, hoje choveu a tarde toda até a meia noite. Não entender lagrimas pode ser um esquivar-se da chuva. e suas botas ficarão secas e você só podera saber andar quando houver segurança, dai pode esquecer as pedras nas ruas de paraty.

ver sorrisos no escuro, os quais não possuem norte, apenas um ponto de parada no tempo, é o mesmo que uma gravidade zero e você dentro dela, mas acho que poucos entendem de gravidade zero, eu num tenho experiência com isso. Mas me parece que é a mesma sensação da de quando estou com fome disso tudo que me é posto quando abro os olhos pela manhã e sorrio ou choro.

não entender escuro, botas, gravidade zero, chuva, lágrimas, sorrisos e fome, é o mesmo que procurar adjetivos neutros pra coisa nenhuma.

[...]uma estrela que se vê brilhando mesmo depois de morta.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

tick tock tick tock

oia cara, a primavera ta vindo, mas quem ta esperando florzinha coloridinha bunitinha e borboletinhas, senta ai, la vem chumbo. tudo muda com as estações e se prepare pra mudar seu ponto de vista, todos vamos pular pra cima e sair da conforto, num vai ser nada do que cada um ta esperando, vai ser diferente pra todos, aceite.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Atestado de solidão e a auto-exclusão.

não tenho muita paciência pra explicações de coisas da cabeça, da minha cabeça pelo menos. sim, sei que é cuzãosisse minha, mas é uma certa caracteristica da solidão. as vezes uma defesa da vontade de não deixar arestas certas, talvez. redundantes subjetividades, são legais sim cometer esse tipo de coisas. tornam-se outras caracteristicas, porém.

porra, bixo. o que sera que é certo hoje em dia, né?! eu digo, pois, como se sabe que ir por ali é melhor que voltar o caminho e percorrer tudo de novo, só que de maneira diferente?! e ou prolongar a caminhada por outros horizontes... desde que tudo continue sendo um barato, não ha porque se descabelar. 

Ah sim, solidao é uma brisa também. o desespero consequente pe uma brisa também, e é tudo um barato cara. o foda é fazer as coisas sem saber se é legal ou não.

Ah sim, a solidão. eu gosto de escrever, aqui eu conto coisas. tento explanar, mas não digo que sou coerente, é outra falta de paciencia tambem. ah sim, existe as figuras de linguagem para se expressar tambem. hehhehe... bingo! então nao existe preguiça, né?!

Ah sim, os humanos articuloides dirão que é propensão a solidão e auto exclusão. a culpa sempre é tua, anyway. pra que se preocupar, né?!

Ah sim, a solidão.

domingo, 28 de julho de 2013

Algumas cigarras vivem dentro da terra por até dezessete anos.

Sou ruim de conversa na maioria das vezes. Não consigo estabelecer um dialogo muito longo com pessoas que praticamente "acabei" de conhecer. Não é uma regra, claro. Mas normalmente é assim que acontece. Entendo muitas vezes que minha linha de coerência se tornam emaranhados de coisas... que em horas são até descabidas. Eu até tento ser mais plausível em meus discursos e ou falas, mas ai num sou eu, confesso.

Embora eu não seja muito paciente, nem tenha vontade de me estender em explanações pra ser mais claro e ou objetivo, eu sei admirar pessoas. Se você me der uma garrafa de bebida linda, e uma hora depois por essa pessoa do meu lado, serei mais afável, é sincero, pode acreditar. Claro, tem o lado invertido também, né?! A gente fala o que sente, o que num afaga, num afaga. 

Mas nem esquente com o silêncio, o silêncio as vezes só diz que é silêncio. Nem é receio de dizer algo que seja não afaga, é só uma timidez... ou algo da dificuldade...

Mas pode acontecer...

segunda-feira, 22 de julho de 2013

que tédio.

viver é um saco,
existir é um tédio,
as mesmas musicas,
os mesmos violinos,
os mesmos la la la la las
até os pássaros cantam os mesmos.

o homem tem que ficar se modificando pra parar de se entediar.
engole espada, adestra animais, levanta circos, cresce o cabelo até o pé, acredita em deus,
faz sexo com coisas esquisitas, inventa livros e teorias idiotas, se maqueia, se pinta, se tatoa,
cria comidas com sabores diferentes, visita lugares estranhos, busca lugares escondidos, salta de paraquedas, anda de carros velozes, fala linguas esquisitas, escreve, escreve, fotografa, filma, dança,
faz festas, que uma hora viram todas iguais...

falei, existir é um tédio.

domingo, 23 de junho de 2013

Os dados que rolam do céu

Insônias truculentas,
ansiedades truculentas.
o amor corre,
pra algum lugar desse mundo,
mas nunca para pra se encostar.

o sol brilha,
quando nao esta nublado,
pois, pra mim, apena ilumina nesses dias.
o que corre de dentro do peito
leva coisas que talvez estejam entravando o corpo,
se num sai, talvez leve o corpo junto.

mas nada demais, vemos isso todos os dias.

logo, o sono seria uma manifestação que leva o corpo junto,
ou é uma necessidade que se espera de fora?
eu fico com a primeira, porem, as coisas aqui dentro correm pra sair
de uma outra maneira, aprisionaram o sono.

mas nada de mais, vemos isso todas as noites.