terça-feira, 17 de setembro de 2013

Atestado de solidão e a auto-exclusão.

não tenho muita paciência pra explicações de coisas da cabeça, da minha cabeça pelo menos. sim, sei que é cuzãosisse minha, mas é uma certa caracteristica da solidão. as vezes uma defesa da vontade de não deixar arestas certas, talvez. redundantes subjetividades, são legais sim cometer esse tipo de coisas. tornam-se outras caracteristicas, porém.

porra, bixo. o que sera que é certo hoje em dia, né?! eu digo, pois, como se sabe que ir por ali é melhor que voltar o caminho e percorrer tudo de novo, só que de maneira diferente?! e ou prolongar a caminhada por outros horizontes... desde que tudo continue sendo um barato, não ha porque se descabelar. 

Ah sim, solidao é uma brisa também. o desespero consequente pe uma brisa também, e é tudo um barato cara. o foda é fazer as coisas sem saber se é legal ou não.

Ah sim, a solidão. eu gosto de escrever, aqui eu conto coisas. tento explanar, mas não digo que sou coerente, é outra falta de paciencia tambem. ah sim, existe as figuras de linguagem para se expressar tambem. hehhehe... bingo! então nao existe preguiça, né?!

Ah sim, os humanos articuloides dirão que é propensão a solidão e auto exclusão. a culpa sempre é tua, anyway. pra que se preocupar, né?!

Ah sim, a solidão.

domingo, 28 de julho de 2013

Algumas cigarras vivem dentro da terra por até dezessete anos.

Sou ruim de conversa na maioria das vezes. Não consigo estabelecer um dialogo muito longo com pessoas que praticamente "acabei" de conhecer. Não é uma regra, claro. Mas normalmente é assim que acontece. Entendo muitas vezes que minha linha de coerência se tornam emaranhados de coisas... que em horas são até descabidas. Eu até tento ser mais plausível em meus discursos e ou falas, mas ai num sou eu, confesso.

Embora eu não seja muito paciente, nem tenha vontade de me estender em explanações pra ser mais claro e ou objetivo, eu sei admirar pessoas. Se você me der uma garrafa de bebida linda, e uma hora depois por essa pessoa do meu lado, serei mais afável, é sincero, pode acreditar. Claro, tem o lado invertido também, né?! A gente fala o que sente, o que num afaga, num afaga. 

Mas nem esquente com o silêncio, o silêncio as vezes só diz que é silêncio. Nem é receio de dizer algo que seja não afaga, é só uma timidez... ou algo da dificuldade...

Mas pode acontecer...

segunda-feira, 22 de julho de 2013

que tédio.

viver é um saco,
existir é um tédio,
as mesmas musicas,
os mesmos violinos,
os mesmos la la la la las
até os pássaros cantam os mesmos.

o homem tem que ficar se modificando pra parar de se entediar.
engole espada, adestra animais, levanta circos, cresce o cabelo até o pé, acredita em deus,
faz sexo com coisas esquisitas, inventa livros e teorias idiotas, se maqueia, se pinta, se tatoa,
cria comidas com sabores diferentes, visita lugares estranhos, busca lugares escondidos, salta de paraquedas, anda de carros velozes, fala linguas esquisitas, escreve, escreve, fotografa, filma, dança,
faz festas, que uma hora viram todas iguais...

falei, existir é um tédio.

domingo, 23 de junho de 2013

Os dados que rolam do céu

Insônias truculentas,
ansiedades truculentas.
o amor corre,
pra algum lugar desse mundo,
mas nunca para pra se encostar.

o sol brilha,
quando nao esta nublado,
pois, pra mim, apena ilumina nesses dias.
o que corre de dentro do peito
leva coisas que talvez estejam entravando o corpo,
se num sai, talvez leve o corpo junto.

mas nada demais, vemos isso todos os dias.

logo, o sono seria uma manifestação que leva o corpo junto,
ou é uma necessidade que se espera de fora?
eu fico com a primeira, porem, as coisas aqui dentro correm pra sair
de uma outra maneira, aprisionaram o sono.

mas nada de mais, vemos isso todas as noites.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

these riots are just the beginning.

Sinto cheiro de pés nos asfalto
multidões correndo para dentro do seu
crianças tentando entender porque adultos o fazem.

vejo ruas cheias de almas
os espaços ocupados por enormes "hordas" de corações pisoteados
um "shiu!' ainda não pode parar vocês.

percebo, ali na frente, que o caminho é um só
onde todos se encontram
para, mais a frente, cada um trilhe sua própria missão.

sonho em não acordar.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

sol quebrando a janela.



Sento me em torno desse buraco apoiando minha sombra dentro desse abismo.
Vejo um sol tão fundo no alto que num da pra enxergar seu fim.
Um lápis que rasga a pele cada centímetro mais longe de registrar a palavra.
Mas agora tudo é tecnologia e eletrônicos e ele manda uma mensagem de amém para que sempre se sinta melhor daquilo que concebe como auto-indulto. Ufa, dessa vez consegui mais uma vez!

Separa a sombra do chão, cola-a no sol. Pra não ter que ficar olhando pro chão o tempo todo, sem contar que o brilho ofusca a visão. Ufa, consegui dessa vez mais uma vez!

Um pulo. Onde é mesmo que estava o lance do auto-indulto? Ah sim, um sinônimo de flagelo agora. Mas tente esquecer, nem sempre se deve dizer as coisas mesmo.

Mas ainda sentado aqui, mas tudo agora se parece com o lado de fora de uma porta, e assim dizemos pras nossas mamães: estou indo la fora, ta?!

Só que o medo sempre nos traz de volta, incoerente, meio que quase.

No inverno temos cheiro de solidão debaixo dos cobertores e nos sentimos quentes. É tão sentido sentir.

Mais um amanhã por favor.