quarta-feira, 23 de julho de 2014

Tenho tanta coisa no lugar do meu peito.

Você se esmera pra ser o que você visualiza de você mesmo, que quando chega perto de ser, você se esmera pra retornar e não ser o que parece que vai ser. Ai você se esmera pra não sentir mais o que sente, e quando chega perto disso, você se esmera pra voltar a sentir o que sentia. Você se esmera tanto pra ser você mesmo, que quando você vislumbra o que você quer ser você se esmera pra voltar a ser o que você era. E você nunca acaba sendo. Você só tentou ou almejou, mas nunca acabou sendo realmente. E ai acabou. Que paia isso que não consigo denominar o que to tentando dizer. Mas to sendo franco. Só espero estar sendo. hehehehe..


terça-feira, 8 de abril de 2014

Já sentiu medo?!

Já sentiu medo?! Qualquer tipo de medo? Medo de acordar, medo de ir dormir, medo do que pode sonhar, ou de não sonhar... Já sentiu medo de conversar com pessoas?! E medo de existir? Já sentiu medo por achar que existe uma conspiração no mundo contra sua existência, que as vezes ela possa estar existindo até por você ter que ser “curado” de algum tipo de patologia mental?!

Esse medo que assola onze e cinquenta e seis da manhã. Medo esse que te Poe a achar que onde você esta está quase melhor que o resto do mundo pois você se encontra só, esse mundo é seu e apenas, só, você esta dentro dele, daí você passa longas horas afastando todos os pensamentos de medo e assombros que queiram invadir esse mundo. Você não consegue, fato, mas você por um momento soluciona, é nessa solução que é que você sente que se desprender do seu mundinho livrará de todo “mau”. E sai, pra algum lugar, ruas, lojas restaurantes, becos escuros, bares... sai, simplesmente. Encontra pessoas, troca ideias, ri, se diverte, porra que vida da hora. E você pensa, posso voltar pro mundinho novamente. Mas ai você fica um pouco no mundo dos outros. Daí, sei la porque, você esbarra numa artimanha social e levanta do fundo do inferno um Deus maldoso querendo e castigar acusando você, seu mundinho, seus amigos, seus sonhos, seus pesadelos, seus caraios, desejos e existência de ter demais da fatia desse bolo e te joga no chão com todos os seus medos peso de pena que demoram a se aliviar. O ar se torna chumbo e os rins parecem querer parar a qualquer momento.

Você já sentiu medo secando você aos poucos? E conviver com esses medos em tempo integral?!


Mas ainda sobram aqueles que querem abraçar o mundo com abraço de vó e fazer o mundo curar. Por isso a mágica de se comer cachorro quente na esquina tem sempre que ser do mesmo jeito, sem precisar sacar qual é o truque, só precisamos sorrir pra essa mágica como se fosse a primeira vez.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

try to find some money then you die...

O peito de repente parte do mesmo pressuposto de um buraco negro que engole tudo que perto chega. Uma euforia de apatia sem igual figura o eu.

Ai vem o caminho, e junto a ele, as pernas. Os dois juntos conversam, se espalham um no outro e vão conversando. Ai então entram todos aqueles artifícios cotidianos, ou não, mas coisas que te levam de costas pra você. Puta que pariu que da hora.

Ai ce começa a sacar que nem sempre se poder ser flores, da um negocinho estranho no buraco negro, e então esse buraco negro se enche novamente e se transforma num big ben sugando e juntando tudo. Daí é da hora, que tudo vai ficando maior. E então existe a volta e uma vontade de reanimar aquilo que parecia sem solução, aquelas coisas que você estava fazendo e se frustrou por não conseguir terminar na hora em que almejou.

E as pedras no caminho?! Que aparecem a cada quantidade aleatoriamente determinada no caminho, em numero impar, cinco pra ser exato, todas brancas. Então apanha todas e traz consigo. E os sapo e rãs cantando no caminho?! Fazendo ou ou ou ou ou ou ou... e a lua la em cima?! E o cadeado no portão?! E os acordes te esperando sussurrar aquilo que apanhou pelo caminho?!


É, andar faz um bem danado...

domingo, 24 de novembro de 2013

sobre escuro, botas, gravidade zero, chuva, lágrimas, sorrisos e fome.

Não entender como funciona esse lance de ter um norte, é assustador, pulsante, excitante, monstruoso e aveludado, dentre outros milhões de adjetivos que se dá. Não entender como as coisas caminham, é pré ao não entender sobre o ter norte, e ai você tem que achar adjetivos que antecedem os mencionados previamente.

Se pode ver cores no escuro algumas vezes, são tons de imensidões abstratas e considerando tais magicas, caoticamente pelúcia. Não entender sobre cores no escuro, pode ser todos os adjetivos mencionados anteriormente.

A chuva leva as coisas quando escorre, hoje choveu a tarde toda até a meia noite. Não entender lagrimas pode ser um esquivar-se da chuva. e suas botas ficarão secas e você só podera saber andar quando houver segurança, dai pode esquecer as pedras nas ruas de paraty.

ver sorrisos no escuro, os quais não possuem norte, apenas um ponto de parada no tempo, é o mesmo que uma gravidade zero e você dentro dela, mas acho que poucos entendem de gravidade zero, eu num tenho experiência com isso. Mas me parece que é a mesma sensação da de quando estou com fome disso tudo que me é posto quando abro os olhos pela manhã e sorrio ou choro.

não entender escuro, botas, gravidade zero, chuva, lágrimas, sorrisos e fome, é o mesmo que procurar adjetivos neutros pra coisa nenhuma.

[...]uma estrela que se vê brilhando mesmo depois de morta.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

tick tock tick tock

oia cara, a primavera ta vindo, mas quem ta esperando florzinha coloridinha bunitinha e borboletinhas, senta ai, la vem chumbo. tudo muda com as estações e se prepare pra mudar seu ponto de vista, todos vamos pular pra cima e sair da conforto, num vai ser nada do que cada um ta esperando, vai ser diferente pra todos, aceite.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Atestado de solidão e a auto-exclusão.

não tenho muita paciência pra explicações de coisas da cabeça, da minha cabeça pelo menos. sim, sei que é cuzãosisse minha, mas é uma certa caracteristica da solidão. as vezes uma defesa da vontade de não deixar arestas certas, talvez. redundantes subjetividades, são legais sim cometer esse tipo de coisas. tornam-se outras caracteristicas, porém.

porra, bixo. o que sera que é certo hoje em dia, né?! eu digo, pois, como se sabe que ir por ali é melhor que voltar o caminho e percorrer tudo de novo, só que de maneira diferente?! e ou prolongar a caminhada por outros horizontes... desde que tudo continue sendo um barato, não ha porque se descabelar. 

Ah sim, solidao é uma brisa também. o desespero consequente pe uma brisa também, e é tudo um barato cara. o foda é fazer as coisas sem saber se é legal ou não.

Ah sim, a solidão. eu gosto de escrever, aqui eu conto coisas. tento explanar, mas não digo que sou coerente, é outra falta de paciencia tambem. ah sim, existe as figuras de linguagem para se expressar tambem. hehhehe... bingo! então nao existe preguiça, né?!

Ah sim, os humanos articuloides dirão que é propensão a solidão e auto exclusão. a culpa sempre é tua, anyway. pra que se preocupar, né?!

Ah sim, a solidão.

domingo, 28 de julho de 2013

Algumas cigarras vivem dentro da terra por até dezessete anos.

Sou ruim de conversa na maioria das vezes. Não consigo estabelecer um dialogo muito longo com pessoas que praticamente "acabei" de conhecer. Não é uma regra, claro. Mas normalmente é assim que acontece. Entendo muitas vezes que minha linha de coerência se tornam emaranhados de coisas... que em horas são até descabidas. Eu até tento ser mais plausível em meus discursos e ou falas, mas ai num sou eu, confesso.

Embora eu não seja muito paciente, nem tenha vontade de me estender em explanações pra ser mais claro e ou objetivo, eu sei admirar pessoas. Se você me der uma garrafa de bebida linda, e uma hora depois por essa pessoa do meu lado, serei mais afável, é sincero, pode acreditar. Claro, tem o lado invertido também, né?! A gente fala o que sente, o que num afaga, num afaga. 

Mas nem esquente com o silêncio, o silêncio as vezes só diz que é silêncio. Nem é receio de dizer algo que seja não afaga, é só uma timidez... ou algo da dificuldade...

Mas pode acontecer...

segunda-feira, 22 de julho de 2013

que tédio.

viver é um saco,
existir é um tédio,
as mesmas musicas,
os mesmos violinos,
os mesmos la la la la las
até os pássaros cantam os mesmos.

o homem tem que ficar se modificando pra parar de se entediar.
engole espada, adestra animais, levanta circos, cresce o cabelo até o pé, acredita em deus,
faz sexo com coisas esquisitas, inventa livros e teorias idiotas, se maqueia, se pinta, se tatoa,
cria comidas com sabores diferentes, visita lugares estranhos, busca lugares escondidos, salta de paraquedas, anda de carros velozes, fala linguas esquisitas, escreve, escreve, fotografa, filma, dança,
faz festas, que uma hora viram todas iguais...

falei, existir é um tédio.

domingo, 23 de junho de 2013

Os dados que rolam do céu

Insônias truculentas,
ansiedades truculentas.
o amor corre,
pra algum lugar desse mundo,
mas nunca para pra se encostar.

o sol brilha,
quando nao esta nublado,
pois, pra mim, apena ilumina nesses dias.
o que corre de dentro do peito
leva coisas que talvez estejam entravando o corpo,
se num sai, talvez leve o corpo junto.

mas nada demais, vemos isso todos os dias.

logo, o sono seria uma manifestação que leva o corpo junto,
ou é uma necessidade que se espera de fora?
eu fico com a primeira, porem, as coisas aqui dentro correm pra sair
de uma outra maneira, aprisionaram o sono.

mas nada de mais, vemos isso todas as noites.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

these riots are just the beginning.

Sinto cheiro de pés nos asfalto
multidões correndo para dentro do seu
crianças tentando entender porque adultos o fazem.

vejo ruas cheias de almas
os espaços ocupados por enormes "hordas" de corações pisoteados
um "shiu!' ainda não pode parar vocês.

percebo, ali na frente, que o caminho é um só
onde todos se encontram
para, mais a frente, cada um trilhe sua própria missão.

sonho em não acordar.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

sol quebrando a janela.



Sento me em torno desse buraco apoiando minha sombra dentro desse abismo.
Vejo um sol tão fundo no alto que num da pra enxergar seu fim.
Um lápis que rasga a pele cada centímetro mais longe de registrar a palavra.
Mas agora tudo é tecnologia e eletrônicos e ele manda uma mensagem de amém para que sempre se sinta melhor daquilo que concebe como auto-indulto. Ufa, dessa vez consegui mais uma vez!

Separa a sombra do chão, cola-a no sol. Pra não ter que ficar olhando pro chão o tempo todo, sem contar que o brilho ofusca a visão. Ufa, consegui dessa vez mais uma vez!

Um pulo. Onde é mesmo que estava o lance do auto-indulto? Ah sim, um sinônimo de flagelo agora. Mas tente esquecer, nem sempre se deve dizer as coisas mesmo.

Mas ainda sentado aqui, mas tudo agora se parece com o lado de fora de uma porta, e assim dizemos pras nossas mamães: estou indo la fora, ta?!

Só que o medo sempre nos traz de volta, incoerente, meio que quase.

No inverno temos cheiro de solidão debaixo dos cobertores e nos sentimos quentes. É tão sentido sentir.

Mais um amanhã por favor.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

pra não dizerem que nao sei dar carinho... né norman bates?!

é interessante sim, apesar de tudo - essa foi pra num deixar a alfinetada de lado - como todos percebemos o mundo. o diferentes modo que cada ser humano olha pra mesma coisa. como cada um de nós olhamos pra outras pessoas achando-as atraente ou não, interessantes ou superficiais, compartilhando das visões ou partindo de pressupostos. como as canções pra alguns causam transformações grandiosas e pra outros sao apenas mais do mesmo. mas ta tudo ali, posto. posto o preço de existir diante de tudo. com sorriso, ou lágrimas, ou anseios, ou devaneios, ou dores, ou amores, ou incertos, ou caralhada de coisas, ou atpe tudo isso junto. ha também os que não são nada disso. 

perceba como o cheiro depois da chuva torna o mundo uma maneira bem peculiar de ser cenário pra uma olhada ao redor. passarinhos cantam pra atrair algo, perceba. pessoas, são seres que levam a imaginação um pouco acima da cabeça. acho que se fôssemos fazer uma imagem das pessoas com o que elas levam na imaginação, teríamos uns seres perambulando com balões ligados a cordões coloridos um metro acima das cabeças delas. esses balões seriam como telas passando filmes com enredos e edições malucas. porra, eu poderia sonhar com isso hoje, ein?!

a gente só é mais um pouco daquilo que temos dentro do peito, não estranhe, é normal.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

é que as vezes parece ter sobrado oxigênio apenas pra você nesse mundo!

você nasce, e ai decide então que o que lhe cabe é viver. então você segue, com o fluxo ou não. embora com o fluxo sempre é mais facil. parece que num vira cada um indo pra cada lado, o medo do caos talvez. as pessoas envelhecem, acham parceiros e parceiras, olham pro mesmo horizonte, fazem coisas que parecem que se completam, e ficam ali, nas construções que idealizaram. mas alguns parecem andar, simplesmente. vão ali, voltam, mudam de direção, pulam de ponta cabeça em algumas coisas, escorregam em outras, se esfolam no deslizar da vida. parece num haver muito sentido, num olhar de fora pra dentro, que fique mencionado.

parece haver sentido nas coisas dos outros, pelo menos na sua direção que é de fora pra dentro deles. compreender, ir até ali, participar, se inteirar naquilo faz algum sentido, mas não um sentido completo. a sua direção ainda é algo latente, latente ao horizonte que insiste em ter angulos diversos pois as vezes se esta deitado ou de vesgueio. e parece que seu oxigenio é diferente de todo o resto do mundo. e tudo fica tão claro, mas é nebuloso também. então parece que o mundo age como se só houvesse cara e coroa, mas ha o terceiro lado da moeda, e se você pensar ha o quarto também, e um pouquinho do lado, ha o quinto. tudo também tem o de dentro pra fora, e o lateral. 

eu não me achei na cara, nem na coroa, me sobrou a lateral de fora e a de dentro e a cara de dentro ou a coroa. o amor é algo incerto, embora latente. mas é unico, num é palatavel, nem mesmo mensuravel ou igualavel a um nixo de amor, é simplesmente unico, logo num é amor, é um sentimento só meu, e ainda nao sei que nome dar, nem sei se quero nomear de algo. sim, um nome talvez, incerto.

se tudo é amor, o meu é incerto.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Senhor curandeiro, desamordace nossos poros.

Ha uma inquietude dentro dos corpos, todos possuem isso. Não fuja. Eu escuto a minha, eu ouço ela, e ela esperneia, e grita, e se joga no chão. Faz de tudo pra que eu tome uma surra das coisas com veemência. Mas ai um espirito maligno se instaura sobre as cabeças e tudo vira uma estetica de aceitação um "amor coletivo". Perai eu tava brincando de bela adormecida e perdi algo? Pularam a parte do sonhar acordado?

Ja ta tudo certo, então. Tudo resolvido. Ja acabou. ja acharam a solução e vamos nos anestesiar com essa felicidade morbida de amar, simples assim.

Enquanto isso la na casa do chapéu, um corpo sai em busca do mundo romantizado.. perai a maioria dos romanticos estão dormindo ainda. A maçã envenenada da bruxa má entupiu até os poros com veneno massivo. A estética engole até a sua alma sem arrotar no fim do banquete. Sim, nos tornamos apenas mais um. E ai, vamos nos dar por eliminados e adormecidos com os poros amordaçados, e seguir dentro desse moedor de carne?!

Pode não fazer muito sentido pra vocês, mas a angustia faz. Ou fará. Ela sempre da um jeito de nos mostrar a que realmente é que somos. Eu entendo que esteja sofrendo eu tambem sinto esse mesmo amargo em meu coração, é por isso que estou cantando.

Agora ja me é necessário desamordaçar o corpo inteiro.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Apaguei o texto "tchan, nojento" pois não achei que tava bem claro quanto ao que eu queria explicar. outra hora eu tento! rsrsrs...

quarta-feira, 24 de abril de 2013

night owl

Engraçado como as coisas acontecem dentro da gente. Hoje tive o dia mais ativo dentro de tres semanas mais ou menos. Cheio de ideias, exercicios, correria, trabalho, ideias e mais ideias. Mas parece que são esses ultimos itens que insistem em fomentar a insonia. Faz exatamente duas horas e meia que to criando e processando e organizando a vida e... consequentemente girando na cama. É só por a cabecinha no travesseiro que começa pular coisa pelo quarto inteiro, ai tenho que correr mentalmente pelo quarto  pra pegar a maioria que julgo interessante. tem aquelas que dizem que agora num é a hora e fogem pelas frestas e buracos nos vidros da janela que sei la quando vou ve-las novamente. pior que me fica a sensação que essas eras as mais fia da puta pra se ter! Demonhas!

sábado, 30 de março de 2013

Casa de caramujo

Olha la eu, como uma caramujo saio, minha mochila e eu pela cidade, vagando com minha escova de dentes e uma troca de roupa. um caderno e canetas pra escrever meu olhos, e a vontade de que um mundo caiba ali. La vai eu de novo, dobrar mais uma esquina. Com uma tempestade saindo das pálpebras e um adeus amarrado nos pulsos. Confesso, sou mais longe que o destino pra onde vou. Indo ate o fim do arco iris, esperando que ele nunca exista, pra não ter que parar, e o acaso que esbarra vindo com o vento e leva o que você era. Espalhando sementes de você com os cuspes que deixa em cada esquina, la vai o caramujo...

pro meu amigo Ferraz Rafael.

quinta-feira, 21 de março de 2013

HeR - Devolva-me os ipês ou tocarei pra encher sua cidade de ratos.

Galera, eu havia anunciado pra alguns amigos que poria um album com uma aglomeração de musicas que fiz ao decorrer dos anos, então ontem terminei de fazer alguns acertos e hoje posto pra quem quiser ouvir e baixar. Her é uma compilação de composições de alguns anos brincando em casa. O disco é todo composto e tocado por Henrique Ravelli. São quinze faixas sem intervalos, apenas com marcações de COMENTÁRIO NA FAIXA PARA CADA INICIO, com seus repectivos nomes.

https://soundcloud.com/henriqueravelli/her-devolva-me-os-ip-s-ou

quarta-feira, 20 de março de 2013

Se vai começar a mexer na bosta, espalhe ela. Se não nem tente, porque tem gente que pode espalhar ela na sua cara!

Viver, fluir, ficar na mesma, virar calculo renal... às vezes é tão pequeno e tão grande. mas nunca ao mesmo tempo. Doer é lindo, exasperar é explosão... e você (sem alguém especifico ta?! só preciso de uma musa inspiradora, que as vezes de musa num tem muita coisa pra oferecer) não tem nada mais do que anos passados pela felicidade que o status comprou nem sequer com o próprio doer. é triste, muito triste. mas é divertido, pois dessa novela das oito o fim é sempre o mesmo. então se liga rididula!

Outro fato, chegar em casa e deparar com a rua sendo cuspida de fora pra dentro, de dentro pra fora, do lado pra cima e de cima pra baixo as seis e meia da manhã, me da vontade de correr. Acontece tanta coisa aqui, com varias linhas de pobrezas e riquezas nesse bairro que poe a gente no lugar e tira ao mesmo tempo. Quem ta no salto, desce. Quem num ta, sobe. E tem gente que ta e num ta mas da com o salto na própria cara e ou na cara dos outros. Pois sim, vivemos todos fracamente diante de nós mesmos, até o nosso "id" cria repulsa pro que fazemos. Então pra que ser assim, ser mesquinho?! Da pra ser mais voraz e digno até no próprio ódio. Se vai começar a mexer na bosta, espalhe ela. Se não nem tente, porque tem gente que pode espalhar ela na sua cara!

Ai eu quero ver em que buraco sua cara de fossa vai parar!